26 de maio de 2011

Minha BH interior (poema de Carlos Lúcio Gontijo)

Pampulha, Praça 7, Afonso Pena e Pirulito

Tudo ali é rito de cativante fonte de prosa

Horizonte embebido em aragem de luz

Soa o sino da Igreja da Boa Viagem

Abraço floresce tal qual sina de semente

Cultivada no regaço do Parque Municipal

O bate-papo termina no chope de um bar

Balcão de boteco se transforma em beira mar

Toda Belo Horizonte cheira a Mercado Central

Mineiro é sinônimo de encontro marcado

Ressabiado como se meeiro de algum ouro fosse

Nunca se perde nem anda a esmo

Tem a si mesmo como provinciana capital

Tece arte e canta no ‘clube da esquina’ do amor

Por isso percebe em BH o seu próprio interior!


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5 comentários:

Berzé disse...

Gostoso: como uma de salinas, no mercado central.

Abração, Adlei!
O Carlos Lucio sabe das coisas.
Berzé

Ádlei Duarte de Carvalho disse...

Amigo Berzé,

e um queijinho so Serro pra completar, hehehe!

O Gontijo é um mahatma!

Abraço.

Cláudio B. Carlos (CC) disse...

Muito bom!

Grande abraço.

Ádlei Duarte de Carvalho disse...

CC,

você já está convidado para o queijo do Serro com Cachaça de Salinas no Mercadão!

Abs.

Cláudio B. Carlos (CC) disse...

Combinado.