Pampulha, Praça 7, Afonso Pena e Pirulito
Tudo ali é rito de cativante fonte de prosa
Horizonte embebido em aragem de luz
Soa o sino da Igreja da Boa Viagem
Abraço floresce tal qual sina de semente
Cultivada no regaço do Parque Municipal
O bate-papo termina no chope de um bar
Balcão de boteco se transforma em beira mar
Toda Belo Horizonte cheira a Mercado Central
Mineiro é sinônimo de encontro marcado
Ressabiado como se meeiro de algum ouro fosse
Nunca se perde nem anda a esmo
Tem a si mesmo como provinciana capital
Tece arte e canta no clube da esquina do amor
Por isso percebe em BH o seu próprio interior!
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5 comentários:
Gostoso: como uma de salinas, no mercado central.
Abração, Adlei!
O Carlos Lucio sabe das coisas.
Berzé
Amigo Berzé,
e um queijinho so Serro pra completar, hehehe!
O Gontijo é um mahatma!
Abraço.
Muito bom!
Grande abraço.
CC,
você já está convidado para o queijo do Serro com Cachaça de Salinas no Mercadão!
Abs.
Combinado.
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